sábado, 6 de junho de 2009

Descomplicando os problemas da matemática.

** * Depoimento de uma estudnte:

Estudei em escola particular da Educação Infantil até o 3º ano do Ensino Médio. De 1ª a 4ª Série tive uma única professora “eu nunca a esquecerei”, todas as sextas-feiras tinha "argüição"(..afff) de matemática e quem errasse a tabuada ficava de castigo sem recreio “eu sempre ficava”, pois nunca acertava, nem mesmo as mais fáceis.
Não sei se por obra do destino, quando cheguei à quinta série achei que meus problemas teriam se resolvido , que tudo seria diferente, e que não passaria mais a vergonha de não saber matemática. No primeiro dia de aula, tive vontade de morrer. A minha professora de matemática foi a mesma que me acompanhou durante os quatro anos anteriores. Tudo bem! Pelo menos eu não era a única que não sabia a tabuada, e nos dia de prova ela dividia a turma em duas salas a dos “burros” e a dos “inteligentes”, não era novidade! Eu sempre estava na sala dos burros.
Todos os anos passava direto e com notas boas em todas as disciplinas, mas ficava em matemática, cheguei a perder na 7ª série por 0,5 ponto. Foi terrível!
Iniciei o ensino médio, fazendo o curso de administração, quando estava na IV unidade, o diretor chegou para mim e disse que eu estava no curso errado, pois eu tinha cara e postura de professora. Desisti do curso de administração. E no outro ano iniciei um novo curso que foi o de magistério e por incrível que pareça, consegui me encontrar e vi que realmente eu estava no curso errado.
Até que... Fiz meu primeiro vestibular, zerei matemáticaaaa! O segundo não foi diferente... Até que o terceiro marquei tudo na letra “a” de cima até em baixo e consegui passar. Já estava lecionando há alguns anos e resolvi fazer uma revira volta em minha vida, trabalhar com matemática para quebrar o trauma. Quando cheguei ao planejamento foi lindo! O orientador falou que o professor de matemática deveria compreender o aluno e entender o caminho pelo qual ele chegou ao resultado. Nossa, fiquei tão feliz! Agora me compreendia um pouco. E estava entrando na universidade isso iria me ajudar a compreende mais ainda.
Desisti de lecionar matemática no mesmo dia, mesmo sabendo que com minha experiência poderia ajudar outras pessoas, mas não suportava, nem ouvir esse nome. Nesse mesmo ano minhas aulas na Universidade iniciaram. Que coisa boa! O meu professor de matemática era o mesmo do curso. Ele iria me compreender na primeira prova. Fiz todas as questões consciente. Quando recebi!”4,0”, mas todos os resultados estavam corretos. Indignei-me e fui falar com ele, questionei o porquê daquela nota se estava tudo correto, ele me disse que realmente estava, mas eu não tinha usado as regras, eu pedi a ele que olhasse no meu olho e lembrasse bem do dia em que ele havia dito que o mais importante era o resultado e não o meio como tinha chegado a ele, Expliquei para ele que eu sabia fazer aquilo. Eu só não conseguia usar a regra, ele rio e me disse que eu estava certa. Fiquei com nota 8,0.
Depois desse dia cansei do discurso (me joguei no mundo das drogas) achei menos dolorido colar, a partir daí, não tive mais chateação com matemática, pois só tirava nota boa. Sei que errei, mas entreguei as armas. E dizer que em relação à matemática eu perdi a guerra e toda vez que tiver oportunidade eu colo em prova de matemática, de preferência nem faço. E não a suporto cada dia que passa.
Para minha prática profissional o curso que escolhi que foi Pedagogia tornou-se cada vez mais interessante, pois enriqueceu a minha metologia pedagógica e me fez compreender melhor o porquê de tantos impasses na educação. E para minha maior felicidade tem pouca carga horária de matemática. Hoje, trabalho com uma terceira série e faço o possível para que a matemática na vida de meus alunos não seja um monstro como foi na minha. Procuro torná-la divertida e interessante de ser estudada, por meio de jogos e atividades concretas que estimulem a aprendizagem de meus alunos e que vejam a matemática como útil, necessária, desafiadora e não um problema.

C. S. R. Silva.

“INTERNET NA ESCOLA: A COMUNIDADE COMO UM PROCESSO DE INTERAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR”.
Cristina de Sousa Reis Silva






Os mundos reais e virtuais não estão afastados um do outro.
Só um clique de mouse os separa.
As regras que os regem são as que os homens se impõem.
As vantagens são amplificadas na estrutura.
Os inconvenientes são minimizados para os agentes honestos.
As oportunidades são a medida da imaginação dos homens.
As ameaças também, sobretudo a de não entrar lá.
As emoções são as mesmas.

Autor desconhecido



INTRODUÇÃO

Discussões sobre informática e educação são cada vez mais freqüentes desde que os computadores começaram a ganhar espaço nos vários setores de cunho social: hospitais, prefeituras, supermercados, oficinas e , por que não, em escolas.
Com as rápidas transformações nos meios e nos modos de produção resultante da revolução tecnológica e cientifica, está-se entrando numa nova era da humanidade. A natureza do trabalho e a relação econômica entre as pessoas e as nações sofreram enormes conseqüências, mudando a natureza do que hoje pode se entender por profissão. Nesse quadro, a educação não apenas tem que se adaptar as novas necessidades como, principalmente, tem que assumir um papel de ponta nesse processo.
Nesse sentido, para introduzir a informática na educação é necessária toda uma nova mentalidade pedagógica. É preciso saber o que fazer com computador. Ele deve servir como um recurso a ser utilizado para dar aula. O profissional do ensino deve estar consciente das alternativas que existem.
Portanto, o uso do computador exige mais do que nunca um professor preparado dinâmico investigativo, pois as perguntas e situações que surgem na classe fogem do controle preestabelecido pelo currículo escolar.
A internet é uma rede mundial de comunicação de processamento de dados e informações, cujo suporte material são redes de conexões digitais entre diversos computadores espalhados pelo mundo inteiro. Ela está se tornando um meio de comunicação de massa e está diretamente associada ao conjunto de transformações npo modo de pensar e conviver da humanidade conforme Pretto (p 77, 1996), a internet é:
Uma grande rede de comunicação entre os computadores espalhados por todo mundo, que na verdade, é uma metarrede, uma vez que a sua função é a de interligar todas as outras redes existentes no mundo, de tal forma que seja possível um computador falar com outros [ ...] permitindo uma interconexão entre os diversos computadores espalhados pelo mundo.

Como afirma Pretto, muitos estão maravilhados com a rapidez a variedade de informações que em segundos entram na linha do computador vê-se que a internet entrou na vida dos brasileiros mais rápido do que qualquer outro meio de comunicação.
A nova era tem duas características básicas: a alta velocidade do fluxo de informações e a redução virtual das distâncias. Para acessá-la nem é preciso ser proprietário ou usuário regular de um computador. Basta dirigir a locais onde existam máquinas de acesso público ou particular ligados a rede.
A internet é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa. No entanto, essa motivação aumenta se o professor a faz em um clima de confiança, de abertura
De cordialidade com os alunos.
Assim, mais que a tecnologia, o que facilita o processo de ensino aprendizagem é a capacidade de comunicação autentica do educador, de estabelecer relações de confiança com os alunos, pelo equilíbrio, competência e simpatia com que atua. Comenta Oliveira ( p.60, 1997):
Nessa perspectiva, devemos buscar que os planejamentos educacionais visualizem a escola como um local de construção do conhecimento e de socialização do saber [...] como um ambiente de discussão, de troca de experiência e de elaboração de uma nova sociedade.
Dessa forma, a internet pode ampliar o mundo dos educadores e educandos , por meio de conexões entre grupos e na extensa fonte de pesquisas que chegam de todo planeta. Sair virtualmente da sala de aula navegando por outras distancias e lugares, já é, em si, uma situação desafiadora que poderá exigir do aluno mais reflexão, mais discussão entre os membros de uma determinada comunidade.
As comunidades são fóruns modificados, com o diferencial de que sua estrutura foi planejada para facilitar o uso. Assim, qualquer pessoa pode aprender a lidar com os recursos de uma comunidade com relativa facilidade. É esse um dos possíveis motivos do sucesso que é o Orkut hoje. Facilitar o uso é uma idéia que funciona no quesito atrair usuários.
Ainda assim, não é só o design aperfeiçoado das comunidades que sobrepujam em facilidade de uso os fóruns mais tradicionais, mas também a clara falta de recursos. O Orkut ainda não permite que seus usuários publiquem imagens em suas postagens, muito menos que tenham autonomia na alteração do código HTML. Muitos insistem para que o serviço continue assim temendo que os erros tornem-se mais freqüentes.
Os recursos oferecidos por uma comunidade podem ser dividos em três categorias:
Fórum: É onde fica a maior parte do conteúdo. Os membros discutem o assunto proposto em cada tópico e criam outro
Enquetes: Na segunda quinzena de março de 2007, foi criada a opção Enquete, a fim de colher opiniões de membros de uma comunidade de forma quantitativa. Qualquer um pode criar ou excluir uma enquete sua. Excluir enquetes de outras pessoas é um poder concedido apenas ao dono e aos mediadores. O sistema ainda permite que se coloque figuras para as alternativas e que se postem comentários nas enquetes, porém apenas o dono ou mediadores da comunidade podem apagar comentários, caso os achem inconvenientes. As enquetes, ao serem formuladas, podem ter um prazo para encerramento de votos ou não.
Eventos: O site incentiva as relações sociais sugerindo encontros fora da rede. Este é o espaço em que tais encontros podem ser divulgados.
Tudo isso é administrado pelo dono da comunidade que pode escolher até dez mediadores para ajudá-lo. O dono pode fazer tudo aquilo que julgar necessário, desde apagar postagens até banir membros. De forma parecida, os mediadores podem fazer de tudo isso mas não possuem poder para alterar as condições de outro mediador. É quase desnecessário dizer que ninguém pode expulsar o dono.
O ambiente comunidade do orkut pode ser usada, como já está sendo, para fazer pesquisa e torná-las pública, dentro de diversas áreas do conhecimento. Lembrando que elas estão restritas aos seus usuários.
Com essa perspectiva que o projeto “Internet na escola: A comunidade como um processo de interação no ambiente escolar vem com a finalidade de “criar a ambiência para que o conhecimento se construa. E contribuindo para a formação do cidadão e o exercício da participação. Por que a cidadania é tão precária na nossa sociedade. As pessoas são fechadas nos seus consumos, porque não aprenderam, na escola, a participar. E na internet se aprende. Estamos num momento bastante favorável à revitalização da escola.
Nesse processo de renovação, em que o ambiente do silêncio é substituído pelo diálogo, disciplina e compromisso. “Faltam valores na educação, mais importantes do que o conteúdo. Pois, a escola está aberta ao acesso da informação, aonde ela estiver. Mas são necessários valores, regras, compromissos. Como em qualquer comunidade”. Essa formação de valores, envolve, inclusive, “a análise crítica do que os jovens vivenciam na internet.

PROBLEMA
Por que criar uma comunidade da escola Costa Borges no Orkut?
OBJETIVO GERAL
Criar uma comunidade da escola Costa Borges no Orkut.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Conhecer a história da escola Costa Borges.
Criar um orkut.
Possibilitar a interatividade entre os alunos da escola.
Participar de fóruns e enquetes na comunidade.
Proporcionar o diálogo entre os membros da comunidade.
Postar textos diversos.
CONTEÚDOS
· História da escola Costa Borges.
· Criação de Orkut.
· Fóruns e enquetes.
· Diálogos
· Interatividade
· Textos diversos

METODOLOGIA

Carga horária.10h
Recursos:
Realização de pesquisa da história da escola na Internet, depoimentos e livro de ata.
Livro de ata
Depoimentos
Internet

Metodologia
  • Criação do orkutInternet
  • Participação na comunidade ( adicionar)
  • Participação no fórum e enquête
  • Postagem de textos diversos
  • Criação do fotoblog
  • Postagen de fotos
  • Bate papo online com o tema: Internet não é somente namoro e amizade.


    AVALIAÇÃO



    Instrumentos /Critérios
    Pesquisa da história da escola na Internet, depoimentos e livro de ata.
    Atualização
    Domínio do conteúdo,
    Sistematização das idéias principais
    Criação do orkut
    Nível de participação;
    fórum e enquête
    Postagem de textos diversos
    Clareza de idéias,
    Envolvimento,
    Organização dos textos
    Socialização da criação da comunidade, bate papo e leitura das postagens.
    Participação
    Envolvimento


    REFERANCIA BIBLIOGRÁFICA
    PRETTO, Nelson De Luca. Uma escola sem/com futuro-educação e multimídia. São Paulo: Papirus, 1996.
    OLIVEIRA, Ramom de . Informa´tica educativa: Dos planos e discurso à sala de aula Campinas , SP: Papirus, 1997.
    CORRÊA, Cynthia Watanabe. Comunidades virtuais gerando identidades na sociedade em rede. Disponível em . Acesso em: 25 setembro de 2005.





A BORBOLETA

Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e não entendi...acho que a vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Eu pedi forças... Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.Eu pedi prosperidade...e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar. Eu pedi coragem...e Deus deu-me obstáculos para superar. Eu pedi amor...e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar. Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades. Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava."Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre a você mesmoque podes superá-los.

Bjs...Cristiana Calazans

sexta-feira, 5 de junho de 2009

NTIC´s e EDUCAÇÂO


Ao traçar o perfil das crianças brasileiras em relação a informação e ao uso de mídias, constatamos que estas estão envoltas em um mundo tecnológico, onde o acesso as informações se dá de forma instantânea através de todo um aparato tecnológico disponível no mercado como: celulares, I-pods, players, vídeo-games, netbooks, etc...Estas crianças, hoje chamadas de “nativos digitais”, pois já têm uma percepção de mundo através do uso destas tecnologias, diferentemente de nós “imigrantes digitais”, pois, estas tecnologias foram sendo inseridas no nosso cotidiano, e por várias razões, tivemos que nos adaptar a elas.


As crianças deste mundo “tecnologicamente moderno”, necessitam de uma escola que esteja física e pedagogicamente atualizada com metodologias contextualizadas e embutidas em um ambiente tecnológico, para que seu aluno possa conceber e exprimir seu conhecimento.. Hoje existe um “choque de realidade” quando as crianças chegam a escola, e esta os oferece simplesmente como ferramentas pedagógicas, o “velho” quadro-negro, giz e um professor desatualizado e resistente às mudanças, utilizando uma metodologia ultrapassada, pois a escola não evoluiu, e pratica a mesma metodologia a séculos, causando assim um desinteresse por parte dos alunos, evidentemente sendo um dos principais motivos pela baixa qualidade da formação escolar. Assim sendo, se faz necessário que a escola inclua em seu contexto, essas novas tecnologias em sua pratica metodológica para que volte a despertar o interesse nestes alunos, pois já foi comprovado o fascínio que essas tecnologias exercem sobre eles.


Por Adilson S. Rego - 2009 (Pedagogo - Graduando em Matemática pela UNEB)

ORIENTAÇÕES PARA ESTUDO

  • Procure um bom local para se concentrar sem distrações;
  • Leia as orientações com muita atenção, elas serão sua bússola durante as atividades;
  • Fique atento aos prazos para cumprimento das tarefas;
  • Determine seus objetivos com prazos determinados;
  • Estabeleça um tempo mínimo diário para estudos de acordo com seu ritmo e disponibilidade;
  • Leia os textos procurando pelos pontos-chave, destaque-os e depois faça uma síntese;
  • Elucide suas dúvidas antes de seguir em frente, para garantir a sua correta assimilação;
  • Use dicionários;
  • Pesquise continuamente em livros, revistas, artigos, Internet, mantendo uma visão atualizada sobre o conteúdo que está estudando. Isso enriquecerá seu processo de aprendizagem, trazendo novos conceitos e linguagens.
  • Observações:
    Os tópicos acima são desejáveis a qualquer curso, mas, em termos de EAD, por sua especificidade, tornam-se essenciais
    .

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Me Apresentando...

Olá..
Sou Cristiana Reis, criei este blog para compartilhar com voces minhas experiências adquiridas durante o Curso de Matemática - UNEB/Ead/UAB. Espero que se interessem pelas postagens e possamos construir conhecimentos através da disciplina de Matemática.
Abraços a todos.